13/01/2016

funeral



Já não te quero, já não te sinto. As tuas faíscas seduzem as larvas alojadas no coração. A minha língua vomita larvas de ódio, os meus ouvidos esquecem-te. Não me interessam as tuas desculpas aproximadas de verdades desconhecidas. A minha alma está gasta, hei-de morrer daqui a pouco. Vemo-nos no funeral, se quiseres...

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João Eduardo - 13 de Janeiro 2016

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